Aliás, em rigor, eu não sei o que é “o Segredo” mas, eu, sou um nada ignorante.
Voltemos então ao amor… eu, que sei tudo de fonte segura, por ter consultado o que se escreveu sobre o assunto em revistas sérias como a Lancet, a New England ou a Nature, vos garanto que é SÓ uma questão de sorte. Ora pois, uma variável tão imprevisível como o acaso. É lixado, pois é. Mas não desesperem já os leitores. A sorte do amor é não só categorizável, como, condicionada por um sem números de factores que fazem com que cada ser humano tenho uma probabilidade muito superior a 50% de não ficar sozinho. O primeiro destes será, sem dúvida, o facto de não gostarmos de estar sozinhos. Não me lixem com a conversa de “eu agora estou bem assim”, “não me apetece ter ninguém”, “já me habituei a estar comigo”, “gosto deste espaço”, que em mim provocarão gargalhada farta, contida, é certo, mas intensa na mesma. O ser que é humano gosta de companhia no sentido sexual da coisa, e gosta, porque, a bem dizer, é bom. E é permitido estar à espera. Tem de ser, ou não aconteceria a ninguém. Porque a pessoa espera, é verdade que sim. Com maior ou menor ansiedade, pensando mais ou menos no assunto, querendo com mais ou menos intensidade, estando mais ou menos disponível. Assunto diferente é sermos surpreendidos e coisa dar-se num momento ou de uma forma menos típica mas, mesmo aí, e ainda que tranquilos, se olharmos para dentro, até ao fundo do intestino, percebemos que estávamos à espera. O certo é que há mais de 50% de hipóteses de encontrar um amor e de ser feliz com ele, eu diria mesmo que há mais de 75% mesmo que o destino nos tenha feito cépticos, infelizes ou pessimistas. E não é preciso ter a cara da Mónica Bellucci e o corpo da Gisele Bundchen.
Voltemos então ao amor… eu, que sei tudo de fonte segura, por ter consultado o que se escreveu sobre o assunto em revistas sérias como a Lancet, a New England ou a Nature, vos garanto que é SÓ uma questão de sorte. Ora pois, uma variável tão imprevisível como o acaso. É lixado, pois é. Mas não desesperem já os leitores. A sorte do amor é não só categorizável, como, condicionada por um sem números de factores que fazem com que cada ser humano tenho uma probabilidade muito superior a 50% de não ficar sozinho. O primeiro destes será, sem dúvida, o facto de não gostarmos de estar sozinhos. Não me lixem com a conversa de “eu agora estou bem assim”, “não me apetece ter ninguém”, “já me habituei a estar comigo”, “gosto deste espaço”, que em mim provocarão gargalhada farta, contida, é certo, mas intensa na mesma. O ser que é humano gosta de companhia no sentido sexual da coisa, e gosta, porque, a bem dizer, é bom. E é permitido estar à espera. Tem de ser, ou não aconteceria a ninguém. Porque a pessoa espera, é verdade que sim. Com maior ou menor ansiedade, pensando mais ou menos no assunto, querendo com mais ou menos intensidade, estando mais ou menos disponível. Assunto diferente é sermos surpreendidos e coisa dar-se num momento ou de uma forma menos típica mas, mesmo aí, e ainda que tranquilos, se olharmos para dentro, até ao fundo do intestino, percebemos que estávamos à espera. O certo é que há mais de 50% de hipóteses de encontrar um amor e de ser feliz com ele, eu diria mesmo que há mais de 75% mesmo que o destino nos tenha feito cépticos, infelizes ou pessimistas. E não é preciso ter a cara da Mónica Bellucci e o corpo da Gisele Bundchen.
Basta estar vivo.
PS1 Post provocatório e um nada dedicado à minha querida Luna e à Kitty que vão encontrar o amor porque eu sei e já fiz feitiços
PS2 estava farta do 31 da armada aqui e fiz uma coisa sem jeito nenhum
PS3 vou abster-me de falar de categorias porque tinha de confessar que o euromilhões me saiu a mim e este é um prémio raro.
10 comentários:
Adorei o título deste post.
"Eu sei tudo sobre o amor e não li o Segredo".
Adoro.
Acho que vou repetir vezes sem fim essa frase hoje.
Olá!Já leio este blog há muito tempo mas acho que nunca comentei, hoje não pude resistir ao ler este post.Concordo contigo, não fomos feitos para a solidão e ninguém fica sozinho por opção ou porque gosta, há sempre outro motivo qualquer. De qualque forma, o que interessa aqui dizer é que concordo que a probabilidade de ficar só é menor do que a de encontrar alguém, pelo menos assim o espero! beijinho e parabéns pelo blog
eu gosto de companhia...em pequenas doses...mas não me imagino a dividir o meu espaço com ninguém...gostava de sentir as borboletas sim...mas é como digo...em muito pequenas doses...vivo sozinha porque quero, porque gosto e porque já vivi com o amor da minha vida e mm assim...adorava entrar em casa e encontrar o silêncio...
Ohh que querida, fez um feitiçozinho para me arranjar um homem. :-D
É mto bom termos o nosso espaço e, ainda assim, partilhá-lo com quem nos faz feliz.
Sou muito fofinha Kitty. Um não, vários para poderes escolher LOL.
Ainda bem que percebeste que estava a brincar.
Ai rapariga, que tens muita razão. Acontece que, à falta de sorte - e como eu tenho falta dela! - a espera assumida deixa-nos assim como vulneráveis, e faz os outros olharem-nos um bocadinho como se fôssemos coxas ou nos faltasse um bracinho. E não querendo isso, acabamos por escudarnos nestes "estou muito bem assim" e tal, como forma de terminar conversas e não ter de explicar exaustivamente porquês que nem nós sabemos.
e eu posso dizer "estou bem assim" porque já fui casada e sou mais feliz solteira? e que n faço questão de ter um homem (pelo menos neste momento)? e que acredito no amor mas acho o casamento uma seca (e as relações longas também)? e que sim, há o sexo e a companhia e essas coisas, mas que também elas não são indissociáveis?
[muito bom, o texto].
Adorei este texto :)
Beijinho
Eu tb gosto da cara da Gisele
Enviar um comentário