Foi o que me apeteceu dizer quando o estúpido do despertador desatou aos gritos. Uma rapariga quentinha, nos melhores braços do mundo, na melhor cama que há, feliz do jantar da véspera e a vida à séria a chamar por nós como se fossemos imprescindíveis para os dias funcionarem. De vez em quando, raramente claro (não vá um dos meus chefes ler isto), apetece-me ligar para o hospital e dizer: "hoje não vou, estou doente, sofro de uma grande preguiça e apetece-me ficar em casa". Depois desligar o telefone e continuar, ainda que acordada, escondida em baixo do edredon. Contente da vida por estar a fazer gazeta. Depois de dez minutos a a gozar o meu plano lá me levantei, piloto automático até ao banho, escolher conscientemente a pior roupa possível - cada um protesta como sabe - e pôr-me a caminho para fora do paraíso.
segunda-feira, 25 de Maio de 2009
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2 comentários:
Ai como eu te compreendo...aind por cima pq `a segunda acordo as 6h30=( E sabe tao bem tar n quentinho com ele:)
LOLOLOL! Nunca tinha pensado nessa forma de protesto, mas parece-me interessante :) Beijinho
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